segunda-feira, 29 de novembro de 2010
vingança
não deixarei mais que você me machuque
me humilhe
não permitirei que seu verbo pestilento me faça querer morrer
te calarei
vou silenciar sua violência
e arrancar suas cordas vocais
te mataria
se você não tivesse me arrancado as mãos
me humilhe
não permitirei que seu verbo pestilento me faça querer morrer
te calarei
vou silenciar sua violência
e arrancar suas cordas vocais
te mataria
se você não tivesse me arrancado as mãos
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
mãos dadas
roeria as suas unhas
uma a uma
a uma
a uma
mastigaria seus dedos
e comeria seus toques
digita-me sua devassidão
me dê a sua mão
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
das coisas que me saem fácil
um tanto de loucura que falta
e me assombram as flechas soltas em salas lotadas
de todo o sentimentalismo que me escorre
julgado barato
ao desgoverno d'alma
sou toda carne
toda cólera
toda sua
diria que me dói te ver sofrer
que a dor me dá um imenso prazer
parcialmente nua
raivosamente pura
estupidamente burra
um tanto de medo que sobra
e desatina o espírito severamente mal cuidado.
e desatina o espírito severamente mal cuidado.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
encontro
me visto de dores que não sinto
para que assim você me veja através dessa tristeza
e me reconheça nos infernos que são teus.
eu te procuro.
Desde que lhe criei
amor
Assinar:
Postagens (Atom)